Dia Nacional do Livro Infantil: A Raposa e a Cegonha

Resenha de Amnesia aqui.

Oi, gente!

Hoje é Dia Nacional do Livro Infantil, então decidi falar sobre um dos primeiros livros que li e, como aprendi a ler bem cedo – tinha uns quatro anos –, sabia aqueles minilivros do Jardim de Infância de cor, antes mesmo da professora tentar obrigar as pobres criaturinhas a ler.

Um desses pequenos livros era A Raposa e a Cegonha, uma fábula bem conhecida e que, talvez, até sua mãe tenha lhe contado em um formato diferente para que você aprendesse uma lição importantíssima. Vou contar à minha maneira, porque sou dessas:

Uma Raposa muito metida à esperta dirigiu-se a casa de sua conhecida, a Cegonha, e a convidou para jantar em sua casa. Esfomeada, a Cegonha aceitou e foi com ela, acreditando ser este um ato de bondade de sua conhecida.

Chegando lá, uma sopa com cheiro extremamente agradável foi servida, porém se encontrava em pratos rasos, ideais para raposas, que lambiam muito bem, mas que impediam o bico da cegonha de alcançar o alimento apropriadamente.

A Cegonha percebeu que a Raposa havia servido daquela forma de propósito, então se entristeceu e voltou para casa acompanhada da mesma fome com a qual saíra, mas resolveu dar o troco e convidou a colega para jantar no dia seguinte.

A Raposa, também esfomeada, aceitou e a acompanhou, acreditando estar indo em direção a um grande banquete. Chegando lá, uma sopa aparentemente deliciosa foi servida em longos jarros, que comportavam o bico da Cegonha facilmente, mas a Raposa só era possível lamber as poucas gotinhas na beirada.

Lembrando-se de como havia tratado a Cegonha em sua casa, a Raposa sentiu muita vergonha e se desculpou, reconhecendo que havia feito uma piada sem graça e que devia tratar os demais como gostaria de ser tratada.

A história é contada de diversas maneiras, mas o conteúdo é basicamente o mesmo e a moral é sempre esta: não faça com os outros o que não quer que façam com você.

O meu livro tinha uma continuação onde as duas conversam sobre suas atitudes, percebem que erraram e se tornam amigas de verdade. A Cegonha até convida a Raposa para lanchar alguns sapos no brejo... Programação 10/10, amiga. Recomendo!


Particularmente, prefiro meu livrinho do que a fábula original... É melhor quando ambos os lados reconhecem seus erros e podem seguir em frente lado a lado, pois, como diria meu amigo Zezé Di Camargo: A FERRO E FOGO NÃO DÁ!

E vocês? Qual livro os acompanhou durante a infância? Ainda lembram-se do primeiro livro que leram?

Até o próximo post!
 
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